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WTTC: Turismo pode recuperar 100 milhões de empregos este ano

O WTTC (World Travel Tourism Council) está mais optimista em relação a este sector a nível mundial, e diz mesmo que mais de 100 milhões de empregos podem ser recuperados.

A entidade espera um forte Verão (no Hemisfério Norte) de viagens, já que o sector poderá começar um caminho de recuperação a partir do final de Março, com muitas das principais empresas de viagens a relatar um aumento significativo nas reservas futuras.

A recuperação da indústria é apoiada pela última previsão económica do WTTC, que dá mais esperança para o próximo ano a todas as empresas e milhões de pessoas empregadas no turismo em todo o mundo.

Em 2020, durante o auge da pandemia, o WTTC alertou que 174 milhões de empregos em viagens e turismo em todo o mundo estavam em risco. No entanto, na sua última análise, publicada esta terça-feira, a entidade está mais optimista e estima que até 111 milhões de empregos neste sector podem ser retomados, o que ainda seria 17% abaixo dos números de 2019, com 54 milhões de empregos a menos.

Este melhor cenário, com a recuperação das viagens começando no final de Março, leva em conta os programas de vacinação generalizados e uma rápida adopção de regimes abrangentes de teste e rastreamento, juntamente com uma coordenação internacional forte e contínua dos sectores público e privado.

No entanto, num cenário mais conservados, o WTTC prevê uma retoma de apenas 84 milhões de empregos em 2021, com uma quebra de 25% em relação aos níveis de 2019.

– “Estamos ansiosos por um Verão forte de viagens, graças a uma combinação de uso de máscara, a implementação da vacinação global e os testes de partida, abrindo as portas para as viagens internacionais mais uma vez”, destacou a presidente e CEO do WTTC, Gloria Guevara.

Segundo Gloria, a nova pesquisa revelou que, na melhor das hipóteses, a contribuição de viagens e turismo para o PIB mundial cairá 17% em comparação com os números de 2019, chegando a 7,4 biliões de dólares. No sentido mais pessimista, ou seja, com uma recuperação mais lenta, a entidade estima uma quebra de 27%, atingindo os 6,5 biliões de dólares.



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