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WTS Viagens oferece ajuda para portugueses voltarem a casa

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A WTS Viagens – World Travel Services, com sede em Lisboa, disponibilizou todo o seu staff, que se encontra em regime de teletrabalho, para agilizar o regresso de portugueses ao país devido às restrições causadas pela pandemia do Covid-19, o que tem provocado constrangimentos em aeroportos de todo o mundo.

Fernando Paiva, responsável da empresa, declarou à OpçãoTurismo que, antecipando a calamidade e após ter feito regressar a Portugal, desde quarta-feira passada, todos os seus clientes que se encontravam no exterior, disponibilizou a equipa composta por 6 técnicos, e todos os sistemas para ajudar os portugueses que se encontram em países estrangeiros a ajustar escalas e definir viagens, até porque está muito difícil haver voos directos.

Através desta solução que está a implementar desde quinta-feira passada, de acordo com o profissional, os passageiros que contactem a agência de viagens via email: fpaiva@wtsviagens.com , já que é Fernando Paiva quem está a controlar toda a operação, pagam apenas o bilhete de avião, sem mais nenhum outro custo, como seria o de serviço. O que estamos a cobrar é rigorosamente o preço do avião, disse, para acrescentar que nem temos estamos a cobrar as taxas provenientes dos pagamentos por cartão de crédito. O cliente recebe uma fotografia, via telemóvel, com os pormenores da sua viagem.

-Nós, a trabalhar de casa, temos acesso a todas as companhias aéreas do mundo e temos a experiência de organizar rotas e ligações, explicou, para indicar ainda que os contactos não param desde que colocou esta informação na página oficial da empresa, e que já foi contactado por duas agências de viagens do Grupo Go4Travel, à qual pertence, e uma outra fora do agrupamento, que se disponibilizaram a ajudar a levar esse projecto avante.

Fernando Paiva realçou que já concretizaram cerca de 40 regressos a Portugal, e que grande parte dos pedidos tem chegado da Austrália, embora estejam preparados para atender todos os países do mundo. No entanto, as maiores dificuldades, segundo explicou, têm chegado de passageiros portugueses provenientes do Peru. Mas garantiu ao nosso jornal que enquanto houver voos vamos continuar a operar.

Tudo começou, conforme contou, quando soube através de uma amiga que havia uma portuguesa desesperada, há horas numa fila do aeroporto de Montevideu, no Uruguai, para tentar saber informações sobre a possibilidade de viajar para Portugal. Ela entrou em contacto comigo e minutos depois saiu da fila e foi com o cartão de embarque, que lhe mandei para o telemóvel, directamente ao avião que devia apanhar. Isto demonstra que não vale a pena perder 35 horas a telefonar para as companhias aéreas, ou 30 horas em filas nos aeroportos.

É este ‘know how’ que o profissional de viagens se disponibiliza para oferecer às autoridades portuguesas no processo de repatriamentos dos cidadãos nacionais. O Governo está a fazer aquilo que sabe fazer, as pessoas estão a queixar-se, as companhias aéreas não atendem, as Embaixadas e os Consulados não são agentes de viagens, então devem reconhecer que não têm de prestar este serviço específico. Assim, a minha agência de viagens está ao dispor para ajudar sem cobrar nem mais um cêntimo, concluiu.

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