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Teremos mesmo de nos reinventar, como sempre o fizemos, diz Nuno Anjos (Viajar Tours)

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Nesta altura temos já em território nacional todos os passageiros que solicitaram o seu regresso a Portugal, afirma Nuno Anjos, director comercial do operador turístico Viajar Tours, salientando que foram diversas situações em que conseguimos articular com os nossos fornecedores de forma a minimizar ao máximo os custos do seu repatriamento.

Opção Turismo – Segundo algumas declarações e notícias, o mês de junho é uma das metas para poder haver deslocações sem perigo. Acha que os portugueses vão então começar a viajar?

Nuno AnjosPrimeiro teremos que ver de que forma estarão os destinos que operamos. Portugal, enquanto destino, cremos que terá uma rápido recuperação, dando segurança a quem nos queira visitar, explica Nuno Anjos acrescentando esperamos que os destinos com trabalham também o consigam fazer, de forma célere e segura para que possamos passar o mais rapidamente possível a mensagem de que tudo voltou ao normal.

Opção Turismo – Certamente que entre os muitos clientes do Viajar Tours, com férias marcadas para o verão e não só, houve cancelamentos e adiamentos. Como estão a resolver a situação?

Nuno AnjosNas operações charter o Viajar Tours está a propor a alteração de datas de viagem sem penalização, sendo apenas necessário ajustar o preço para a nova data. No que concerne em viagens de linha regular, a proposta é a mesma, mas aqui o Viajar Tours está mais condicionado às condições que as próprias companhias aéreas estão a definir.

De uma forma geral, os hotéis estão a ser cooperantes nas alterações, cobrando apenas as eventuais diferenças tarifárias, conclui.

Opção Turismo – Como acha que será o turismo depois desta pandemia?

Seguramente que existirão relações que ficarão “beliscadas” pelas respostas dadas não irem de encontro às expectativas das partes envolvidas. Irão no entanto surgir oportunidades que teremos de agarrar rapidamente e, como já por diversas vezes aconteceu, tudo voltará à normalidade.

Há no entanto a ter em consideração que esta crise se irá prolongar no tempo pois o dano financeiro que está já a provocar não se recuperará facilmente. Temos um sector cujas margens não são as de outros, que poderão recuperar de forma mais ágil e célere. Não estamos apenas dependentes de nós, mas sim de como os destinos estarão, e quando estarão em segurança para receber as ligações aéreas regulares ou em charter.

Teremos mesmo de nos reinventar, como sempre o fizemos.

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