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TdP reforça abertura do turismo com base no risco pessoa e não país

O presidente do Turismo de Portugal (TdP), Luís Araújo, voltou a defender que a reabertura do turismo deve ser feita com base num critério de risco pessoa e não de risco país, ao referir-se, nomeadamente aos mercados do Reino Unido e EUA.

– Podíamos crescer mais se já estivéssemos abertos ao Reino Unido, se já estivéssemos na lista verde e se o Reino Unido pudesse também viajar para Portugal; se estivéssemos abertos a mercados como os EUA, da mesma forma que estamos abertos para o Brasil; se estivéssemos abertos para outros mercados, considerando que o risco não deve nunca ser um ‘risco país’, mas sim um ‘risco pessoa, sustentou Luís Araújo durante um webinar promovido pelo IPDT.

Na sua intervenção, o presidente do Turismo de Portugal rejeitou a opção por quarentenas e a discriminação de países na lista de ligações aéreas permitidas: Não podemos ter quarentenas, não podemos discriminar países. Temos de considerar que muitas das pessoas nesses países podem e devem viajar ou porque estão vacinadas, ou porque estão imunes, ou porque têm um teste, sustentou.

Luís Araújo defendeu ainda que o país deve pressionar para que os testes antigénio sejam aceites internacionalmente em substituição do PCR, pela competitividade que isso nos pode trazer, mas também pela facilidade e simplicidade que vai dar à mobilidade de que tanto Portugal precisa.

O responsável está optimista quanto ao futuro, destacando que os activos estão cá, e que Portugal está bem posicionado face aos concorrentes, beneficiando de uma percepção muito positiva a nível internacional. Isto porque todos fizemos de tudo, ao longo deste ano, para transmitir confiança, ao nível público e privado. Sabemos onde é que temos de apostar no futuro e há bons sinais daquilo que vai acontecer.

Mas o presidente do Turismo de Portugal é da opinião que o destino já podia ter crescido mais se não fosse a descoordenação de vários países, nomeadamente europeus, quando à reabertura das fronteiras e a menos restrições nas viagens de lazer. Por isso, diz que temos de continuar a pressionar, porque este é um momento crítico para reabrirmos a nossa actividade.



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