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TAP/Groundforce: Deve ou não deve, eis a questão

A TAP continua a afirmar que não tem quaisquer pagamentos em atraso à Groundforce. Trata-se de uma resposta à acusação feita pela empresa de ‘handling’ que acusou a companhia aérea de uma dívida de 12 milhões de euros por serviços já prestados.

Recorde-se que se trata de uma “guerra” que teve como efeitos a greve dos trabalhadores da Groundforce durante o fim de semana, provocando inúmeros cancelamentos de voos nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo.

Segundo o comunicado divulgado ao fim da tarde de sábado, a Gorundforce afirmou que bastaria que a TAP pagasse o valor em dívida (12 milhões de euros de facturação emitida, segundo a Groundforce) pelos serviços já prestados para que os salários fossem regularizados.

Por sua vez e em resposta, a TAP reitera que tudo fez ao seu alcance para evitar esta situação e que não estão em atraso quaisquer pagamentos à empresa de ‘handling’.

A Groundforce já disse que a paralisação vai prolongar-se nos dias 31 de Julho, 01 e 02 de Agosto, o que levou a ANA a alertar para constrangimentos nos aeroportos nacionais, cancelamentos e atrasos nos voos assistidos pela Groundforce, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo.

Recorde-se ainda que além desta greve, desde o dia 15 de Julho que os trabalhadores da Groundforce estão também a cumprir uma greve às horas extraordinárias, que se prolonga até às 24:00 do dia 31 de Outubro de 2021.



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