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Não há qualquer relação entre os “cheiros estranhos” nos novos A330 Neo e os sintomas de desconforto da tripulação. Esta foi a garantia dada pela Airbus, numa carta enviada à TAP.

Datada de 11 de Julho a carta refere que foram analisadas as várias situações identificadas por clientes do !330 Neo e que, apesar de ter sido identificado cheiros estranhos na cabine e sintomas de desconforto, não foi possível verificar uma correlação entre as duas situações. A Airbus afirmou que estão em curso inquéritos técnicos que têm como objectivo o apurar as causas dos cheiros estranho. “Temos em curso uma investigação intensa e a análise fornecida por um laboratório independente e reconhecido demonstrou a ausência de contaminação perigosa do ar”, revelou a Airbus, que acrescentou que as análises não revelaram anomalias no que concerne aos valores toxicológicos.

A situação está a ser acompanhada de perto pela TAP que comunicou que, a par com a Airbus tem desenvolvido “os mais rigorosos testes e análises, com recurso às mais sofisticadas tecnologias, de forma a poder garantir a qualidade do ar a bordo dos A330-900neo”.

Com o intuito de sossegar passageiros e tripulação a companhia portuguesa assegurou que a qualidade do ar a bordo dos A330-900neo está dentro de todos os limites recomendados; que das centenas de voos já realizadas com os A330-900neo, foram detectados odores em apenas alguns voos, com causas já determinadas e soluções encontradas por parte da Airbus; e que não é possível estabelecer qualquer correlação entre a ocorrência de odores e os episódios de indisposição relatados.