Início VIP Solférias: Porto-Sal com 70% dos lugares vendidos

Solférias: Porto-Sal com 70% dos lugares vendidos

02Com uma oferta diversificada e consolidada o objectivo da Solférias, segundo a directora comercial, Sónia Regateiro, passa pela especialização nos produtos e destinos oferecidos. Quanto a novidades, mais precisamente para o Réveillon, a aposta incidiu no voo do Porto para a ilha do Sal. Algo que “foi muito bem recebido pelo mercado”, diga-se já têm 70% de lugares vendidos. os restantes destinos para a passagem de ano enquadram-se na tradicional oferta da Solférias: muito sol e praia e ainda destinos de cidade, como Nova Iorque, Marraquexe, Disney, Paris, Istambul…

Uma outra novidade (deste Réveillon) prendeu-se com o aumento da capacidade da Solférias. Isto porque, dentro das operações que partilha com outros parceiros a Solférias aumentou a sua quota de lugares dentro de cada operação. E isto aconteceu em todas as operações.

Ainda no que concerne ao Réveillon Sónia Regateiro apontou a tendência, cada vez maior, das reservas antecipadas. E deu o exemplo do Brasil, que, no ano passado, foi para o mercado em Agosto. “Este ano, a 15 de Agosto, tínhamos as três operações completamente lotadas”, afirmou. A explicação está na data de lançamento, que ocorreu em Julho.

Essa antecipação não ocorre apenas nos charters, mas também na programação regular. A prova é que a Solférias já tem informação online para voos regulares até Outubro de 2020. A programação de Verão só ainda não está, igualmente, disponível porque a Solférias está à espera das propostas das companhias aéreas sobre as operações charter.

Este Verão uma das apostas da Solférias foi o Egipto, mais precisamente Hurghada. Um destino que correu bem, que se mantém na programação de Inverno (com voos regulares) e que terá, novamente, operação charter no Verão do próximo ano.

No que concerne o próximo ano Sónia afirma que “está tudo em aberto”. Tanto a Solférias pode apresentar um (ou mais) destino novo como optar por consolidar os já existentes (nomeadamente Hurghada, que estará no seu segundo ano de operação).

Sobre a falência da Thomas Cook Sónia Regateiro refere que é uma situação triste para o sector. Mas reconhece que pode ser uma oportunidade, porque destinos como Cabo Verde ou Djerba estarão menos cheios e “já não terei de assumir tantos quartos em risco, e o meu risco diminui”. No entanto também pode acontecer que esse mercado seja absorvido por outro operador, como por exemplo, a Tui ou mesmo por outro operador completamente novo.

Por outro lado, esta situação (a falência da Thomas Cook) serve para mostrar a mais valia dos agentes de viagens. Se os clientes que reservaram directamente podem ter dificuldades em ser ressarcidos os que reservaram as férias através de uma agência de viagens estão seguros. E não se trata de uma questão de tecnologia porque “as nossas agências de viagens estão cada vez mais na era digital”, reconhece a directora comercial da Solférias.

Alexandra Costa



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