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SATA estuda possível parceria com os TACV

 

A SATA está interessada em avaliar com os TACV, com o Governo de Cabo Verde e com o Governo dos Açores todas as hipóteses. Quem o afirmou foi Paulo de Menezes, presidente do Conselho de Administração da SATA, no âmbito da possível probabilidade de entrada da SATA no capital da empresa africana. Aliás, Paulo Menezes, manifestou interesse numa parceria com os TACV, admitindo avaliar todas as hipóteses, incluindo a entrada no capital da companhia aérea cabo-verdiana.
Recorde-se que o governo cabo-verdiano tem em elaboração um plano de reestruturação para privatização da operação internacional da companhia pública Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), tendo acordado, por outro lado, com a Binter Cabo Verde a cedência das rotas domésticas a partir de agosto.

É um assunto que temos que estudar. Vamos estudar com o Governo e com os TACV. Temos condições para avaliarmos uma parceria estratégica desde logo pela via da nossa operação, mas essa parceria pode ser estendida a outras áreas, explicou Paulo Menezes.

O ministro das Finanças cabo-verdiano, Olavo Correia, voltou a confirmar que o seu governo está a avaliar várias opções relativamente ao futuro da TACV.

Curiosamente, quando questionado sobre o eventual interesse de outras empresas portuguesas, nomeadamente a euro Atlantic airways (EAA), do grupo Pestana, na privatização da TACV, Olavo Correia, escusou-se a responder, comentando que o segredo é a alma do negócio.

Temos vários interessados, estamos a analisar, estamos focados na construção de uma solução e brevemente teremos a solução para comunicar aos cabo-verdianos, disse.

Contudo, a EAA, apontada pela imprensa cabo-verdiana como uma das empresas na corrida à compra da TACV, já informou que não está a negociar nenhum dossiê relacionado com a privatização da companhia aérea cabo-verdiana. Aliás, a administração da EAA já tinha apresentado uma proposta de parceria à anterior administração da TACV, tendo ambas as entidades chegado a assinar um memorando.

Paulo Menezes sublinhou ainda que a ligação com Cabo Verde faz parte da estratégia da SATA de criar uma porta de entrada entre os Açores, a Macaronésia (Açores, Madeira, Canárias e Cabo verde) e os dois lados do Atlântico.

A Azores Airlines, do grupo açoriano SATA, prevê efectuar um total de 104 voos por ano entre Ponta Delgada (ilha de São Miguel) e a cidade da Praia, em Cabo Verde, com duas frequências semanais no verão e uma no inverno, disponibilizando no total 16.640 lugares.



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