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O fecho da base da Ryanair em Faro em janeiro de 2020, anunciado na passada terça-feira, não vai pôr em causa a acessibilidade à região. Quem o afirmou foi o presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes, reforçando que a acessibilidade à região não vai ser afectada, uma vez que a operação da companhia aérea vai ser mantida.

Para João Fernandes, o irá acontecer é um reajustamento das rotas, para que a tripulação da Ryanair não tenha de pernoitar em Faro, como acontece actualmente, mas não está em causa a operação.

O presidente do Turismo do Algarve lamenta que com o fecho da base de Faro exista uma perda de emprego qualificado na região, já que existem cerca de 100 trabalhadores da Ryanair fixados em Faro na altura do inverno e mais de 200 durante o verão.

Apesar dos constrangimentos desta decisão, o presidente do Turismo do Algarve relembrou que as companhias aéreas low cost têm uma representação significativa no aeroporto da região, sendo que a Ryanair, por si só representa quase 30% do share do aeroporto de Faro.

Recorde-se que a única diferença entre ter uma operação no território ou baseada num qualquer mercado emissor é que a tripulação, em vez de pernoitar no Algarve, pernoita no mercado emissor. Ou seja, aquelas camas ‘certinhas’ deixam de existir e portanto, passa a haver mais umas camas para venda se…aparecerem clientes. (???)

Vamos esperar para ver o que, por exemplo, a AHETA tem para dizer sobre este tema. Ou, até mesmo, as agências de viagens da região.

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