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Revive Natureza: aberto concurso para mais 7 imóveis

Depois do sucesso do primeiro conjunto de imóveis colocados a concurso, a Turismo Fundos lançou esta quarta-feira um segundo lote que integra 7 imóveis afectos ao Fundo Revive Natureza para atribuição dos direitos de exploração para fins turísticos.

Os interessados têm agora até 16 de Fevereiro de 2021 para apresentar as suas candidaturas.

De acordo com comunicado do Ministério da Economia e da Transição Digital, que tutela o Turismo, o segundo lote de imóveis integra a Casa da Vela, a antiga sede da Guarda Fiscal na Figueira da Foz, ambas na Figueira da Foz (Coimbra), a antiga sede dos Serviços Florestais – Quinta do Seixal, em Gouveia (Guarda), duas moradias em Leiria, o antigo Posto Fiscal de Sagres, o antigo Posto Fiscal do Burgau, ambos em Vila do Bispo (Faro), e o antigo Posto Fiscal da Foz do Lima, em Viana do Castelo.

Segundo o ministério, que avança que desde Julho já foram lançados concursos para 16 imóveis ao abrigo deste programa, a ideia é que estes imóveis públicos sejam objecto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos.

– “A valorização do património edificado e natural tem que continuar a ser uma das nossas prioridades: por um lado responde às tendências da procura, por outro lado as actividades turísticas que daqui emergem criam riqueza e potenciam os atributos singulares de cada região, sem os comprometer”, referiu, na mesma nota, a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

Quanto ao primeiro conjunto de imóveis colocados a concurso no âmbito do Revive Natureza, o Governo adiantou que recebeu 102 candidaturas e que se encontram ainda abertos dois concursos, relativos aos antigos Postos Fiscais de Vilamoura e de Cabanas (Faro), cujo prazo para apresentação de propostas termina no dia 30 de Novembro.

Criado em Outubro do ano passado, o fundo Revive Natureza, que contempla uma verba de 5 milhões de euros do Turismo de Portugal, é operacionalizado através de um Fundo Imobiliário Especial, gerido pela Turismo Fundos, tendo a seu cargo numa fase inicial a gestão de 96 imóveis do Estado: 38 no Norte, 44 no Centro, cinco em Lisboa, dois no Alentejo e sete no Algarve.



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