Início B1A Revive: Governo vai lançar mais 4 concursos no 1º semestre

Revive: Governo vai lançar mais 4 concursos no 1º semestre

A secretária de Estado do Turismo anunciou esta segunda-feira (2) que vão ser lançados, ainda no primeiro semestre deste ano, mais 4 concursos no âmbito do programa Revive.

Serão eles, em Sesimbra, no Santuário do Cabo Espichel; em Cascais, no Forte de São Pedro do Estoril e Forte de São Teodósio da Cadaveira; e em Coimbra, no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.

Rita Marques, que falava, em Oeiras, na cerimónia de assinatura do contrato de concessão para a reabilitação e exploração do Paço Real de Caxias, como estabelecimento hoteleiro, com a concessionária IMOBIMACUS – Sociedade Administradora da Imóveis, SA, do Grupo Hotéis Turim, realçou que os novos concursos testemunham o carácter transversal do programa Revive, tendo como objectivo a coesão territorial.

Refira-se que, até ao momento foram lançados 21 concursos de concessão, encontrando-se em aberto o concurso relativo ao Palacete dos Condes Dias Garcia, em S. João da Madeira, integrado na segunda fase do programa; da Quinta do Paço de Valverde, em Évora, e do Forte da Barra de Aveiro, em Ílhavo.

Dos 49 imóveis que foram identificados, no programa Revive, já foram lançados 21 concursos de concessão, sendo que estão adjudicadas 14 concessões num investimento total de 118 milhões de euros, indicou a governante.

O Paço Real de Caxias, em Oeiras, é entregue por 50 anos à empresa que apresentou a proposta vencedora no concurso, que deverá pagar ao Estado uma renda anual de 216 mil euros pela concessão e assegurar o investimento de recuperação do imóvel estimado em cerca de 11,6 milhões de euros. A área bruta total de construção é cerca de 5.816,93 m2, que permitirá a instalação de um hotel com cerca de 120 quartos num local classificado com Imóvel de Interesse Público desde 1953. A unidade hoteleira deverá abrir portas em 2022.

Este imóvel localiza-se em frente à linha de costa, foi construído em meados do século XVII, por iniciativa do infante D. Francisco de Bragança, e foi concluído pelo rei D. Pedro V, que o utilizou como residência de férias da família real. Inicialmente incluía a quinta, os jardins geométricos de influência francesa, inspirados nos do Palácio de Versalhes, e a cascata da segunda metade do século XVIII. Destacam-se ainda diversas esculturas nos jardins, os tectos pintados e os azulejos azuis e brancos na fachada do edifício principal.



Mais notícias em OPÇÃO TURISMO Siga-nos no FaceBook , Instabram ou no Twitter