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Pedro Costa Ferreira recandidata-se à presidência da APAVT

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Pedro Costa Ferreira comunicou ao mercado nacional das agências de viagens a sua disponibilidade para se recandidatar ao cargo de presidente da APAVT, para o triénio 2021-2023.

As razões, que como sempre foram ponderadas e amadurecidas, estão expostas no seu “Manifesto”.

O presidente da APAVT em exercício, explica, na esperança que o compreendam, que a sua actividade actual se centrará em exclusivo na resolução dos problemas do sector, que são gigantescos, razão pela qual, antes de Setembro, não pretende fazer declarações sobre o tema.

No seu “Manifesto”, Pedro Costa Ferreira destaca, entre outras, algumas acções que a APAVT levou a efeito durante os seus mandatos. A saber:

– Recuperámos uma associação que vinha, financeiramente, a enfraquecer de forma agressiva. Triplicámos os capitais próprios, e hoje a situação financeira da APAVT significa, tão somente, a independência política do sector;

– Descentralizámos os processos, e fizemos dos Capítulos o coração da decisão da associação; dos encontros regionais com associados, o modelo mais procurado de relação; das presenças em convenções de associados, uma norma tornada rotina;

– Negociámos com os governos duas leis enquadradoras da actividade, minimizando as dificuldades de um ambiente jurídico adverso ao desenvolvimento da profissão;

– Desenvolvemos um fundo de garantia, na primeira revisão da Lei, que rapidamente significou a ausência de contribuições por parte das agências de viagens para a protecção do consumidor; na segunda revisão da Lei, encontrámos uma solução ao nível de apólice de seguros para este novo enquadramento jurídico, solução que permitiu simplesmente a existência da actividade, provando ser uma excelente solução em tempos de normalidade.

Ainda no seu “Manifesto”, o presidente da APAVT, agora em hora de nova recandidatura, refere que no meio de um ciclo de crescimento, enfrentamos actualmente a maior crise desde que nascemos. Considerando ser a maior crise desde que nascemos, Pedro Costa Ferreira alerta para o facto de que não teremos à nossa frente notícias boas, mas que, na APAVT, ninguém cruzou os braços.

Nesse sentido, aponta mais algumas outras boas atitudes tomadas pela APAVT. Entre elas, aponta:

Liderámos o repatriamento dos turistas e viajantes,reforçando a imagem das agências de viagens no seio da cadeia de valor;
– Construímos com o Governo, a alteração do enquadramento jurídico dos reembolsos, impedindo a insolvência imediata de centenas de agências de viagens;
– Contribuímos para um modelo de reembolso dos operadores para as agências de viagens que, não tendo recolhido aceitação unânime, é a base de sustentação da capacidade de reembolso dos operadores e, por causa disso, factor fundamental de sobrevivência das agências de viagens;
– Desenhámos um princípio de acordo com uma parcela importante da actividade seguradora, que permitirá, assim se espera, a todo o sector das agências de viagens, em 31 dezembro de 2021, recorrerem aos seguros para a resolução dos files onde os reembolsos não forem obtidos pelas agências de viagens;
– Obtivemos, após meses de negociação, um princípio de acordo com a TAP, a partir do qual, esperamos, as agências de viagens poderão iniciar um mecanismo de reembolso dos vouchers emitidos por esta companhia aérea;
– Um modelo de acordo, exactamente com o mesmo objectivo, foi conseguido junto da SATA
; e, finalmente, temos mantido, junto da SET, intenso trabalho, visando a caracterização do momento do sector, bem como o desenho dos apoios económicos e políticos necessários.

Considerando que os tempos que se aproximam são de decrescimento, de menor dinâmica, maiores dificuldades, e de muita dor, Pedro Costa Ferreira destaca que decresceremos onde crescemos; perderemos onde ganhámos; seremos acusados onde antes fomos elogiados e apoiados.

A justificar também o porquê da sua recandidatura, Pedro Costa Ferreira explica que este é, assim, um tempo em que quem tem responsabilidades as deve assumir, em lugar de fugir; onde quem tem noção de que pode ser útil, deve apresentar-se ao sector, constituindo-se em alternativa.



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