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‘Nova Iorque despertou’ para o turismo

Nova Iorque espera recuperar a sua atractividade antes de outras grandes cidades mundiais e lançará em Junho uma campanha de magnitude inédita para atrair visitantes internacionais. Por agora basta que cheguem os norte-americanos

A campanha ‘Nova Iorque despertou’ vai custar 30 milhões de dólares, uma quantia inédita, proposta pelo presidente da cidade Bill de Blasio e pelo presidente da agência turística municipal, Fred Dixon.

Como as viagens ainda estão restritas, a mensagem nos veículos tradicionais, redes sociais e nos discursos de ‘influencers’ terá como alvo principal os americanos, começando pelos amigos e parentes de nova-iorquinos que serão convidados a visitá-los. Depois, se a pandemia permitir, será estendido a uma audiência mundial, o que esperam possa acontecer já a partir de Junho, explicou Dixon.

– Havia 400 mil empregos ligados ao turismo antes da pandemia, eles vão voltar, garantiu De Blasio durante a conferência de imprensa. Nova Iorque despertou, devemos dizer às pessoas que estamos abertos, que estamos seguros. Isso não vai acontecer do dia para a noite, nós sabemos, mas vai acontecer, realçou.

O que está em risco é considerável para uma cidade que antes da pandemia era uma das mais visitadas do mundo, com um recorde de 66,6 milhões de visitantes em 2019. A quantidade de turistas caiu para 22 milhões em 2020.

Apesar do início da recuperação das actividades desportivas e de alguns entretenimentos, ainda não se pode ir a atracções-chave como os musicais da Broadway: o regresso está previsto para Setembro, embora a agência de turismo não descarte que a data seja antecipada.

Assim, Nova Iorque espera receber uma grande quantidade de turistas em 2023. O governo municipal estima que a maior cidade dos Estados Unidos alcançará nesse ano o seu nível de pré-pandemia, 64,7 milhões de visitantes, e retomará o seu crescimento a partir de 2024, com 69 milhões de turistas.

 



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