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Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais com quebra sem precedentes

No 2º trimestre de 2020, os aeroportos nacionais movimentaram 434 mil passageiros, representando um decréscimo de 97,4% em relação ao período homólogo do ano anterior, resultado do impacto da pandemia Covid-19 e das medidas restritivas adoptadas ao nível do espaço aéreo.

Os últimos dados do INE dão conta de uma quebra sem precedentes no movimento de passageiros nos principais aeroportos nacionais no período em análise.

No 2º trimestre deste ano aterraram nos aeroportos nacionais 5,8 mil aeronaves em voos comerciais, o que representa uma variação homóloga de -90,7%.

Segundo o INE, o aeroporto de Lisboa foi responsável por mais de metade do movimento total de passageiros (56,2%, 243,9 mil), tendo registado um decréscimo de 97,1% (-13,5% no primeiro trimestre de 2020). O aeroporto do Porto registou o segundo maior volume de passageiros movimentados do país (20,1%, 87,4 mil), com um decréscimo de 97,5% (-15,6% no primeiro trimestre deste ano).

Já no aeroporto de Faro registou-se um movimento de 36,6 mil de passageiros (8,4% do total), que correspondeu a uma redução de 98,8%, enquanto nos aeroportos de Ponta Delgada e do Funchal os decréscimos foram -96,1% e -98,8%, respectivamente.

No trimestre analisado pelo INE, o tráfego internacional movimentou 342,5 mil passageiros (-97,5%), tendo concentrado 78,9% do tráfego total. O peso do movimento internacional ascendeu a 98,1% em Faro, 93,9% no Porto e 91,4% em Lisboa.

Analisando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente no segundo trimestre de 2020, e comparando com o período homólogo, mantém-se visível o impacto da pandemia Covid-19 e das medidas adoptadas ao nível do espaço aéreo a partir do início da segunda quinzena do mês de Março, verificando-se uma recuperação muito ligeira na segunda quinzena de Junho, refere o INE.



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