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MotoGP: sem público, hotelaria sai também prejudicada, diz AHETA

A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), pela voz do seu presidente, afirma que a ausência de público no Grande Prémio de Portugal de MotoGP, que se realiza este fim de semana no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, diminui fortemente o impacto económico e mediático que a prova poderia alcançar.

Elidérico Viegas explica que não havendo espectadores e, sobretudo, espectadores vindos do exterior, é óbvio que se reduz substancialmente o impacto económico desse evento, acrescentando que isso tem efeitos negativos no volume de dormidas que eram esperadas na região.

A ausência de público nas bancadas do Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, para a 14.ª e última prova do calendário de 2020 de MotoGP, segundo o presidente da principal associação hoteleira do Algarve prejudica não só a própria organização e o comércio, a restauração, as rent-a-car e também os hotéis e empreendimentos, que poderiam acomodar muitos espectadores que viriam, sobretudo do exterior, nomeadamente de Espanha.

No entanto, a AHETA destaca que não tem uma estimativa no que concerne a perdas para os hotéis e empreendimentos turísticos, explicando os dados sobre impactos económicos deste tipo de eventos deveriam ser definidos com estudos científicos por entidades independentes como a Universidade do Algarve.



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