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Minho receia crise prolongada do turismo na região

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A Associação de Profissionais de Turismo do Minho (APROTURM) alertou para uma crise prolongada do sector na região.

Em comunicado, e com base num estudo sobre o impacto da Covid-19 no turismo no Minho, a APROTURM refere que, a manter-se o estado actual de ausência efectiva de foco, por parte das entidades oficiais nacionais, regionais e municipais de turismo no relançamento da actividade e do redesenhar de novas abordagens ao relançamento do sector, receia-se uma crise prolongada e dolorosa na região.

As conclusões da análise, realizada entre 3 e 13 de Maio revelam a evidência de um sector frágil, constituído por micro e pequenas empresas dominantemente com menos de cinco trabalhadores.

A APROTURM lamentou ainda que até à data não tenham sido realizadas reuniões de emergência por parte dos Conselhos Consultivos Municipais de Turismo para analisar a situação do sector ao nível de cada concelho da região do Minho, ao mesmo tempo que criticou a ausência de informação e dados reais sobre o estado do tecido empresarial do turismo na região.

Como soluções resultantes do estudo realizado, a APROTURM defende uma operação integrada de desenvolvimento para o turismo da região do Minho, com meios para apoiar o efectivo reerguer do tecido empresarial, da empregabilidade e capaz de apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de relançamento do sector.

O organismo pede ainda que se faça uma caracterização urgente do tecido empresarial, reclama a realização de reuniões, com carácter de urgência, dos Conselhos Consultivos de Turismo Municipais, o desenvolvimento de programa de fomento da empregabilidade no turismo, apoio à capacitação das estruturas associativas empresariais e profissionais, bem como a criação de viveiros de microempresas para o sector do turismo.

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