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Madeira mantém estado de calamidade e recolher obrigatório

Mesmo que seja levantado a nível nacional, o Governo da Madeira garante que vai manter o estado de calamidade e o recolher obrigatório.

A Madeira vai manter o estado de calamidade e o recolher obrigatório mesmo que o Governo da República decida em contrário depois da reunião do Infarmed agendada para hoje, insistiu o presidente do Governo Regional.

– Não vou acabar com recolher nenhum. Estamos com estado de calamidade, será renovado e vamos manter os horários porque estamos em plena pandemia, afirmou Miguel Albuquerque confrontado com a possibilidade de ser tomada a decisão de acabar com esta medida a nível nacional depois da reunião do Infarmed.

O governante madeirense defendeu que, face à situação epidemiológica regional, é necessário manter o recolher obrigatório entre as 01h00 e as 05h00, bem como o encerramento dos estabelecimentos à hora que está determinada, ou seja às 00h00 e evitar os ajuntamentos.

Miguel Albuquerque defendeu ser necessário controlar a situação para não ter disseminação da pandemia na ilha do Porto Santo onde 83% da população já está vacinada.

Sobre a questão da segurança com a realização do Rally Madeira que decorre no próximo fim-de-semana, considerou que as coisas vão correr bem, desde que as pessoas mantenham o distanciamento nas provas especiais mais concorridas ao redor da ilha.

– Neste momento, a retoma está a acontecer, vincou o líder madeirense, destacando que está a decorrer a um ritmo muito acelerado, tendo numa semana entrado na região mais de 30 mil” turistas oriundos do mercado inglês. Contudo sublinhou que esta retoma ainda não é total, visto existir um conto conjunto de hotéis fechados.

Miguel Albuquerque disse ainda que, a partir de 02 de Agosto, deve acontecer a reabertura do mercado alemão, um dos principais emissores do turismo para a Madeira, o que demonstra que estamos a diversificar os mercados.

O chefe do governo regional enfatizou ainda ser fundamental os apoios às empresas, sobretudo as que foram mais afectadas pela pandemia, como as ligadas ao sector do turismo. Assim, recordou que o Governo Regional já atribuiu apoios ao tecido empresarial afectado pela pandemia no valor de 185 milhões de euros.



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