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Lufthansa recusa empréstimo por achar condições inaceitáveis

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Depois de ter recebido, na passada segunda-feira, a aprovação do governo da Alemanha, para um pacote de ajuda financeira no valor de 9 biliões de euros, a Lufthansa recusou o mesmo porque para ter acesso a essa ajuda financeira teria de cumprir a certas condições da União Europeia (UE). Algo que a empresa aérea não gostou e, por isso mesmo, recusou.

O acordo inicial parecia bom e foi bem recebido pelo mercado, embora estivesse sujeito à aprovação regulatória da União Europeia e à aprovação do Conselho da Lufthansa.

Só que, a Comissão Regulatória da UE informou que a Lufthansa teria entregar mais de 20 lugares em ‘slots’ nos aeroportos de Frankfurt e de Munique para obter aprovação para o acordo de resgate.

Uma exigência da UE inaceitável para o Conselho de Supervisão da Lufthansa, que não aprovou o pacote de resgate do governo alemão devido a condições impostas pela UE, gerando tensão.

No ‘site’ da empresa, o Conselho Supervisor da Lufthansa adiou a convocação de uma Assembleia Geral destinada a aprovar a oferta de resgate, notando que as condições actualmente indicadas pela Comissão da UE levariam ao enfraquecimento dos ‘hubs’ principais da Lufthansa: Frankfurt e Munique.

Como é sabido que a empresa precisa do contributo do governo alemão, a Lufthansa deverá continuar a negociar com a Comissão Europeia e com o governo da Alemanha a fim de alcançar uma solução para o impasse.

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