A Lufthansa acabou de rever, em baixo, as suas previsões financeiras. Em comunicado a companhia refere que o “substancial crescimento da capacidade de toda a indústria na Europa resultou em menores receitas unitárias nas rotas de curto e médio curso, e comparação com os altos níveis, registados no ano anterior”. Em causa o aumento do custo associado ao combustível – em cerca de 200 milhões de euros – e que teve um impacto negativo nos resultados.

Os números preliminares indicam que a Deutsche Lufthansa AG gerou, nos primeiros três meses do ano, 7,9 mil milhões de euros em receitas totais. Valor que representa um aumento de 3% face ao mesmo período em 2018. No entanto o EBIT ajustado aponta para 336 milhões de euros negativos (em 2018 o valor tinha sido de 52 milhões de euros positivos). Para os resultados negativo contribuiu os 202 milhões de euros de aumento no valor do combustível, assim como o excesso de capacidade no mercado europeu, que pressionou as tarifas e ainda a falência da Air Berlin.

No entanto o grupo afirmou que se mantém confiante que irá conseguir aumentar as receitas unitárias no segundo trimestre, dado que se verifica níveis de reserva favoráveis. O que faz com que a Lufthansa mantenha inalterada a sua previsão para o ano de 2019.



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