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Lufthansa decide (afinal) aceitar plano de resgate

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Embora o Conselho Supervisor da Lufthansa tenha dito, na passada quarta-feira (27), não poder aprovar o pacote de resgate proposto pelo governo alemão, alegando que as condições impostas pela União Europeia (UE) eram inaceitáveis, o grupo voltou agora atrás.

Assim, no sábado último (30), a companhia aérea alemã emitiu um comunicado em seu ‘site’ no qual referia que depois de uma reunião de seu Conselho Executivo, o Grupo decidiu mudar de ideia e aceitar as condições da União Europeia para o pacote de estabilização negociado com o Fundo de Estabilização Económica (FEE) da República Federativa da Alemanha.

O comunicado acrescenta ainda que as condições iniciais exigidas pela Comissão da UE sofreram reduções em comparação com as indicações iniciais.

Assim e agora, nos termos do acordo, a Lufthansa será obrigada, entre outros itens, a transferir para uma companhia aérea concorrente, que demonstre interesse e que não ainda não opere nos aeroportos de Frankfurt e Munique, até 24 ‘slots’, sendo que a opção permanecerá disponível para as novas aéreas concorrentes por um ano e meio. Se nenhuma das concorrentes fizer uso dessa opção, será estendida a companhias aéreas que já possuam ‘slots’ nos respectivos aeroportos.

Além da questão da cessão dos slots, o governo alemão, após a capitalização do montante injectado pelo FEE, passará a contar com uma participação de 20% no Grupo Lufthansa, que poderá chegar futuramente a 25%. O valor do resgate concedido é de 9 biliões de euros.

Todavia, o Conselho Supervisor da Lufthansa ainda deve aprovar o pacote de estabilização, incluindo os compromissos com a Comissão da UE.

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