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Na edição de ontem (17) abordamos a questão relacionada com a possível revolução na Air France no que toca a substituição de aeronaves. E referimos que isso poderá acontecer já no final deste mês (julho) ou em agosto.

Nessa altura, apenas ‘falámos’ na companhia aérea francesa Air France. Ou seja, não abordámos o que poderá acontecer na Transavia.

Já no caso da subsidiária low-cost do grupo, a Transavia France, o Boeing 737 MAX deverá prevalecer. Apesar das tentativas da empresa, não foi possível colocar os pilotos da Air France no mesmo contrato colectivo dos da Transavia, que recebem menos. E sendo assim, as duas frotas diferentes serão mantidas.

A divisão francesa da Transavia conta com 36 jactos 737-800, enquanto a parte holandesa tem sete do modelo -700 e 35 do -800.

A holandesa KLM também possui 51 jactos 737 na sua frota, mas tal como a compatriota Transavia, faz pedidos separadamente.

Contudo, o anúncio da escolha do 737 MAX deverá ser feito após a crise da aeronave da Boeing passar ou se acalmar. Algo que se espera quando a aeronave voltar a serviço.

E o retorno de serviço do MAX continua sendo adiado semana após semana, sendo que muitas companhias aéreas já consideram novembro como a data de retorno e outros analistas apostam apenas em 2020.