Início Aviação Em 2017 “nasceram” 81 novas companhias aéreas

Em 2017 “nasceram” 81 novas companhias aéreas

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O ano passado não foi assim tão mal, como se vaticinava em 2016, para a indústria aérea global, apesar de alguma turbulência.

A prova-lo, o aparecimento de 81 companhias aéreas, o que significou que todos os 4,5 dias uma empresa nasceu e 26 fecharam. Resumindo: a Europa tem as mais novas empresas, mas também a maioria das falhas.

Das 81 novas companhias aéreas, 47 (ou seja, 58%) são companhias aéreas regulares e 22, (27%), companhias charter, enquanto os restantes 12, (15%), são “virtuais”.

Já agora acrescente-se que das 81 novas companhias, cerca de meia centena ainda não está operacional.

Com base nos dados da empresa de consultoria suíça de inteligência aérea Ch-Aviation, pelo menos 27 companhias aéreas declararam-se insolventes e iniciaram processos de falência, incluindo britânica Monarch, na Europa, com 50 anos de actividade; airberlin, que inclui sua subsidiária austríaca Niki; e a Alitalia, ainda operando e sob intervenção administrativa extraordinária, graças a um empréstimo do governo italiano. Felizmente, no mesmo período, nasceram mais do triplo de novas companhias aéreas.

Em junho de 2017, iniciaram-se as operações de Barcelona-El Prat da LEVEL, a marca de baixo custo para o longo curso do grupo IAG.

Relativamente à Europa, refira-se que é a região mais dinâmica do mundo, com cerca de 31 novas companhias aéreas, 37% do total, estabelecidas nos primeiros 10 meses de 2017. Todavia, também registou mais de metade dos encerramentos na indústria aérea global, 56% dos total.