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Dormidas: todas as regiões registaram decréscimos (INE)

Na sua nota agora actualizada, o Instituto Nacional de Estatística (INE), destaca que em Agosto, o mercado interno (com um peso de 66%) contribuiu com 3,4 milhões de dormidas, o que representou um decréscimo de 2,1% (-29,4% em Julho).

No que diz respeito às dormidas dos mercados externos, elas diminuíram 72% (-84,7% no mês anterior) e atingiram 1,7 milhões.

No conjunto dos primeiros oito meses do ano, verificou-se uma diminuição de 62,5% das dormidas totais, resultante de variações de -37,1% nos residentes e de -73,6% nos não residentes, diz o INE.

Em termos regionais, em Agosto, todas as regiões registaram decréscimos das dormidas, registando-se as menores diminuições no Alentejo (15,3%), Centro (27,7%) e Algarve (39,1%).

As maiores reduções verificaram-se na Madeira (72,2%), nos Açores (69,1%) e na Área Metropolitana de Lisboa (68,6%).

O Algarve concentrou 41,1% das dormidas, seguindo-se o Norte (16,4%) e o Centro (15,3%).

No conjunto dos primeiros oito meses do ano, as regiões que apresentaram menores diminuições no número de dormidas foram o Alentejo (38,6%), o Centro (52%) e o Norte (57,4%).

Ainda no mês de Agosto, registaram-se crescimentos do número de dormidas de residentes no Algarve (com mais 9,9%), no Alentejo (3,9%) e no Centro (1,1%), o que não acontecia desde o início da pandemia.

Neste mês, em termos de dormidas de não residentes, o Alentejo registou a menor diminuição (-57,7%), enquanto as restantes regiões apresentaram decréscimos superiores a 65%.

A estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico (2,69 noites) reduziu-se 6,8% (-11,2% em julho), com a estada média dos residentes a aumentar 2,6% e a dos não residentes a diminuir 6,6%.

A taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico (42,3%) recuou 26,4 pontos percentuais em agosto (35,3 pontos percentuais em julho).

As taxas de ocupação mais elevadas registaram-se no Algarve (56,0%) e no Alentejo (52,3%).



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