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Concessão do Hotel Turismo da Guarda vai novamente a concurso

O novo concurso de concessão do Hotel de Turismo da Guarda, lançado pelo Governo no âmbito do programa Revive pretende dar, finalmente, uma nova vida a este emblemático edifício da cidade da Guarda, projectado em 1936 pelo arquitecto Vasco Regaleira.

Encerrado durante vários anos, o Hotel Turismo da Guarda foi um dos primeiros imóveis colocados a concurso no âmbito do programa Revive.

Refira-se que, em Maio de 2018, foi assinado contrato de concessão para a recuperação e exploração deste imóvel pelo consórcio composto pelas sociedades MRG Property, S.A. e MRG – Construction, S.A., mas o projecto não avançou, devido a dificuldades financeiras com que o grupo concessionário, entretanto, se defrontou, tendo, entretanto, sido revogado.

O imóvel, o 25º colocado a concurso no âmbito do Revive, será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 35.317,80.

Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local.

O Hotel Turismo da Guarda foi um dos 33 imóveis do lote inicial do programa Revive, uma iniciativa dos Ministérios da Economia, da Cultura, das Finanças e da Defesa, que conta com a colaboração das autarquias locais e a coordenação do Turismo de Portugal, e pretende recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

Em 2019 foi lançada a segunda edição do Revive com a integração de 16 novos imóveis, e já em 2021 foram incluídos 3 novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano.

O programa integra, actualmente, um total de 52 imóveis, 22 deles em territórios de baixa densidade.

Foi já adjudicada a concessão de 18 destes imóveis, representando mais de 138 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais na ordem dos 2,4 milhões de euros.

 



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