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Azores Airlines concentra operação e todos obrigados a quarentena

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O Governo dos Açores determinou que, face à situação de pandemia do COVID-19, os voos da Azores Airlines, provenientes do exterior da Região, fiquem concentrados nos aeroportos de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, e das Lajes, ilha Terceira.
Na qualidade de accionista do Grupo SATA, o Executivo açoriano determinou, assim, ao Conselho de Administração da Azores Airlines, companhia que opera nos aeroportos de Santa Maria, Pico, Faial, Terceira e São Miguel, que concentre a sua capacidade operacional nos aeroportos de Ponta Delgada e Lajes, tendo em vista optimizar a capacidade de resposta das autoridades de saúde regionais face à situação da pandemia do COVID-19.
Exceptua-se a capacidade de transporte de carga ou outras necessidades de força maior, desde que devidamente autorizadas pela Autoridade de Saúde Regional.
Passageiros e tripulações obrigadas a período de quarentena
Todos os passageiros de voos do exterior que aterrem na Região estão, a partir do início da tarde de hoje, obrigados a cumprir um período obrigatório de quarentena de 14 dias, determinado pela Autoridade de Saúde Regional.
São, também, obrigados a assinar uma declaração que os informa que o não cumprimento desse período obrigatório de quarentena constitui crime de desobediência e, como tal, será apresentada queixa junto das autoridades judiciais.
Além desta medida, todos os passageiros provenientes do exterior da Região estão a ser sujeitos ao preenchimento de inquéritos de despiste de possíveis casos suspeitos de infeção pelo novo coronavírus COVID-19, uma medida de prevenção que está a ser coordenada, em cada um dos aeroportos, pelos delegados de saúde das respetivas ilhas.
Esses questionários permitem determinar, em cada um dos passageiros provenientes do exterior, a existência de critérios epidemiológicos e clínicos associados ao COVID-19.
Sempre que, na sequência da informação prestada nos questionários, que são preenchidos antes do desembarque, existe a validação de um caso suspeito, esse passageiro fica imediatamente isolado para despiste, através de análises laboratoriais.
Havendo a recusa de preenchimento do questionário de despiste, o passageiro fica, automaticamente, impedido de desembarcar pelo delegado de saúde.
As tripulações destes voos, em caso de desembarque, estão igualmente sujeitas ao cumprimento de todas estas medidas.

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