Início B1 António Costa: há que seguir as orientações da Comissão Europeia

António Costa: há que seguir as orientações da Comissão Europeia

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Devemos seguir a orientação da Comissão Europeia e é, por exemplo, aquilo que Portugal e Espanha estão a seguir, ou seja, haver uma abertura de fronteiras entre países que alcançaram um nível semelhante de contágio, afirmou o primeiro-ministro António Costa, acrescentando que defende a orientação da Comissão Europeia para a abertura de fronteiras, contrapondo que o critério do número de infectados por cem mil habitantes não é fiável e não ajuda a restabelecer confiança nas viagens.

António Costa defende que, em matéria de abertura de fronteiras, as autoridades dos diferentes países não se podem fixar num único critério, como tem acontecido em alguns casos e justifica:

Não protege as populações, nem é um critério fiável para as relações de confiança que é necessário restabelecer para que as viagens retomem a sua normalidade.

António Costa salientou que há países, caso da Espanha, que tiveram mais contágios numa fase inicial e outros que tiveram mais numa fase seguinte, assim como há países que fizeram mais testes e outros menos.

A comparabilidade deve integrar o conjunto desses critérios. Aliás, é a recomendação da Agência Europeia da Prevenção das Doenças, dizendo que a avaliação dos riscos deve ter em conta um conjunto muito diversificado de critérios e não um único, explicou o primeiro-ministro.

Como não podia deixar de ser, António Costa voltou a criticar a decisão das autoridades de Londres de exigirem quarentena a quem passar por Portugal.

Se fosse por um único critério, não faria o menor sentido a posição do Reino Unido, porque é manifesto que, perante o nível de contágio nesse país, comparando com as diferentes regiões de Portugal, qualquer pessoas se sente mais segura em qualquer região portuguesa do que no Reino Unido, concluiu.



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