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Futuras restrições têm de ter em conta o impacto na economia

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) alertou que qualquer decisão a tomar pelo Governo para conter a nova vaga da pandemia deve ser ponderada e, sobretudo, ter em conta o impacto na economia.

A AHRESP, no seu boletim diário de ontem (22) considera que qualquer decisão que o Governo venha a tomar deve ter como base uma análise realista e ter em conta as consequências para as actividades económicas e alerta que a confiança não pode ser abalada perante a elevada taxa de vacinação completa em Portugal, […] o quadro actual não é comparável com o que se verificava há um ano.

Por essa razão, diz a associação, e perante as enormes dificuldades que as actividades económicas do sector atravessaram ao longo dos últimos 20 meses, qualquer decisão a tomar deve ser devidamente ponderada.

Comentando as propostas para controlar a pandemia que os peritos de aconselhamento do Governo fizeram durante a reunião no Infarmed, na passada sexta-feira, tais como o uso de máscara em ambientes fechados e eventos públicos, e medidas sectoriais, como o teletrabalho sempre que possível, a AHRESP destaca o parecer de Raquel Duarte, do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto. Uma estratégia adaptada à circunstância actual continue a assentar em cinco eixos fundamentais: a vacinação, a renovação do ar interior, a distância, a máscara e a testagem.

Refira-se ainda que nessa reunião do Infarmed, a especialista em saúde pública salientou que o conjunto de medidas proposto deve ser aplicado a par de um processo célere de reforço com a terceira dose da vacinação.



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