Início Vinhos Costa Boal: a inspiração nasceu do legado

Costa Boal: a inspiração nasceu do legado

António Boal é herdeiro de uma família de viticultores estabelecidos no Douro desde 1857.

De um pequeno berço de vinhas localizadas em Cabêda (Alijó), uma pequena aldeia das terras altas do Douro vinhateiro, António Boal criou rasto e fez nascer o símbolo.

A Costa Boal é hoje uma marca de qualidade reconhecida na produção de vinhos do Douro e de Trás-os-Montes.

No entanto, o percurso nos vinhos de António Boal começou em 2009, em Mirandela, cidade transmontana onde estudou e casou, ali investindo em vinhas bem como numa adega e num armazém de vinhos.

O crescer e desenvolver estavam no seu ADN e, por isso mesmo, o jovem produtor reforçou laços com o Douro e com a sua terra natal. Não só revitalizou como também comprou vinhas e investiu na recuperação da adega da família, localizada também em Cabêda.

No conjunto, a Costa Boal possui cinco quintas – Quinta do Vale de Mouro (Foz Côa), Quinta do Sobredo (Vilar de Maçada, Alijó), Quinta dos Tojais (Cabêda, Alijó), Quinta da Pia (Porrais, Murça) e Quinta dos Távoras (Mirandela) -, localizadas nos concelhos de Foz Côa, Alijó, Murça e Mirandela e uma vinha histórica centenária nas arribas do Douro, em Miranda do Douro, mesmo junto à fronteira com Espanha.

Saliente-se, a propósito, que o património vitivinícola da Costa Boal permite uma grande diversidade de estilos de vinhos e um portefólio variado e premiado. Nele se inclui as referências Costa Boal e Flor do Côa, no Douro. Da região de Trás-os-Montes, a Costa Boal apresenta as gamas Palácio dos Távoras, Quinta dos Távoras e Flor do Tua.

Outro destaque é o facto de todos os vinhos têm a assinatura do enólogo Paulo Nunes.

No início, estão as vinhas, reforça o enólogo da Costa Boal, Paulo Nunes, lembrando que estas cepas de décadas são um património único em termos mundiais e é esse legado que a Costa Boal assume respeitar e preservar.

Para esta semana a Costa Boal escolheu o tinto Palácio dos Távoras, uma Grande Reserva, de 2016, D.O.C. Trás-os- Montes e o branco Flor do Côa, também uma Grande Reserva, do Douro

Tinto Palácio dos Távoras – Grande Reserva – D.O.C. Trás-os-Montes

Produtor:
António Boal

Enólogo:
Paulo Nunes

Castas:
Vinhas Velhas

Vinificação:
Colheita manual em caixas de 20 Kg. Desengace, esmagamento, maceração pré-fermentativa durante 48 horas, seguido de fermentação alcoólica com temperatura controlada a 24ºC.

Ano:
2016

Envelhecimento:
Estágio em barricas novas de carvalho francês onde permanece durante 14 meses.

Temperatura a servir:
16ºC a 18ºC

Nota de Prova:
Apresenta complexidade aromática, frutos vermelhos e pretos, barrica presente mas integrada.
Na boca é suave, mas começa a crescer graças à sua estrutura. Boa acidez e final longo.

CARACTERÍSTICAS ANALÍTICAS

Teor Alcoólico: 14,5%

Ph: 3,57

Acidez Total: 5,4 GR/DM3

Branco Flor do Côa – Grande Reserva – Douro 2017

Produtor:
António Boal

Enólogo:
Paulo Nunes

Castas:
Touriga Franca, Touriga Nacional e Sousão

Vinificação:
Transporte em caixas de 20 Kg, desengace com esmagamento, maceração pré-fermentativa durante 24 horas, inoculação seguida de fermentação em cubas de inox abaixo de 24ºC.

Ano:
2017

Envelhecimento:
Estágio em barricas de carvalho francês onde permanece durante 14 meses.

Temperatura a servir:
16ºC a 18ºC

Nota de Prova:
Cor rubi opaca. O aroma é rico em complexidade, com notas especiadas e fruta vermelha de grande pureza.
Na boca tem um grande volume em total equilíbrio com a acidez que lhe confere um caracter elegante e complexo

CARACTERÍSTICAS ANALÍTICAS

Teor Alcoólico: 14,5%

Ph: 3,48

Acidez Total: 6,0 GR/DM3

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