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12 meses de pandemia “versus” dormidas em Portugal

Segundo uma análise do Instituto Nacional de Estatística (INE), nos 12 meses de pandemia, entre Março 20 a Fevereiro 2021, todas as regiões de Portugal tiveram decréscimos expressivos nas dormidas, destacando-se o Alentejo que registou uma queda de 45,6%, enquanto as restantes tiveram quedas superiores a 60%, e o INE aponta a Área Metropolitana de Lisboa com um decréscimo de 81,7%.

O Algarve concentrou 33,4% das dormidas (29,7% no período anterior), o Norte 17,2% (15,5% nos 12 meses anteriores) e na Área metropolitana de Lisboa 17,1% (26,5% no período anterior).

Entre os decréscimos de dormidas de residentes, as maiores reduções foram nos Açores (-62,8%) e na Área Metropolitana de Lisboa (-60,2%).

Nas dormidas de não residentes, o Alentejo teve uma queda de 72,6% e as restantes regiões de mais de 80%.

Na análise por municípios mais representativos, Lisboa apresentou a maior redução no número de dormidas nestes 12 meses, com -86%, Albufeira teve o maior número de dormidas, com 11,6% do total, mas ainda assim com uma queda de 72,9%, Funchal teve uma descida de 81,9% e o Porto de 83,4%.

O INE refere as quedas de dormidas nos municípios de Ourém (-85%) e Ponta Delgada (-83,3%) e a menor diminuição que se registou em Grândola (-39,6%).

A queda menos acentuada nos proveitos totais registou-se no Alentejo (-43,2%) e as mais acentuadas na Área Metropolitana de Lisboa (-85,9%), Açores (-79,3%) e Madeira (-79,1%).

O Algarve foi a região que mais contribuiu para os proveitos, com 36,5% do total, a Área Metropolitana de Lisboa com 17,2% e o Norte com 15,8%.

Comportamento da Hotelaria

Na hotelaria, que representa 83,3% do alojamento turístico, a quebra foi de 75,2%, no alojamento local foi de 69,4% e no espaço rural e de habitação de 39,7%.

Naqueles 12 meses, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) foi de 19,6 euros, menos 60,3%, e o rendimento por quarto ocupado de 80,4 euros, o que representa uma descida de 9,7%.



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