O número de passageiros desembarcados nos Açores em viagens marítimas interilhas baixou 4,5% em julho face ao período homólogo, totalizando 86.648 desembarques (menos 3.878 do que no mesmo mês em 2025), segundo dados do Serviço Regional de Estatística (SREA). Com exceção de maio, que registou uma ligeira recuperação (0,5%), o movimento está em queda desde julho de 2025, somando no acumulado dos primeiros sete meses do ano 294.249 desembarques, menos 14.897 (4,8%) do que no período homólogo.
A operação da Atlânticoline, que na época baixa serve o Triângulo (Pico, Faial e São Jorge) e as Flores e Corvo, expande-se entre junho e setembro à Terceira e Graciosa. Em julho, o Pico liderou o movimento com 37.159 desembarques (quebra de 3,7%), seguido do Faial com 32.802 (descida de 2,4%) e de São Jorge com 10.228 (redução de 10,1%). Nas ilhas com ligações apenas na época alta, a Terceira registou 1.015 passageiros, menos 430 (29,8%), e a Graciosa contabilizou 548, menos 98 (15,2%). As Flores foram a única ilha a crescer em julho, com 544 desembarques, mais 41 (8,2%), enquanto o Corvo registou 474 desembarques, menos seis (1,3%).
No acumulado de janeiro a julho, o Pico somou 134.831 desembarques (diminuição de 4,3%), o Faial registou 126.543 (descida de 4,7%), São Jorge contabilizou 27.978 (menos 6,4%) e o Corvo totalizou 1.121 (menos 63 ou 5,3%). Já nos meses de operação sazonal (junho e julho), a Terceira somou 1.613 desembarques, menos 478 (22,9%), e a Graciosa 870, menos 63 (6,8%). As Flores foram a única exceção no acumulado anual, registando 1.293 passageiros, mais nove (0,7%) do que no período homólogo. Desde 2020 que a operação sazonal global com navios maiores está suspensa, mantendo-se apenas as ligações entre as ilhas do grupo Central e entre Flores e Corvo durante o verão.





