O Brasil é o mercado internacional com maior intenção de visitar Portugal nos próximos 12 meses, uma tendência que acompanha o crescimento da operação da Azul Linhas Aéreas entre os dois países. Desde o início das ligações para Portugal, a companhia brasileira já transportou mais de 2,48 milhões de passageiros em mais de 10.200 voos com destino a Lisboa e Porto.
Os dados constam do estudo Travel Sentiment Monitor, promovido pelo Turismo de Portugal em parceria com a consultora MINDHAUS, que revela que 46% dos brasileiros inquiridos manifestam intenção de viajar para Portugal no próximo ano, colocando o país no topo das preferências deste mercado.
A evolução da procura reflete-se também na operação da Azul. No primeiro semestre de 2026, a companhia transportou mais de 230 mil passageiros nas ligações entre Brasil e Portugal, um crescimento superior a 34% face ao período homólogo de 2025, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) do Brasil.
Atualmente, a companhia assegura voos entre Campinas (Viracopos) e Lisboa, bem como entre Campinas e Recife para o Porto, reforçando a conectividade entre os dois países.
Citada em comunicado, a gerente sénior de Planeamento de Malha, Alianças e Distribuição da Azul, Beatriz Barbi, afirma que Portugal continua a ser um mercado estratégico para a companhia. A responsável destaca que o aumento da procura motivou a expansão da operação para o Porto e sublinha que a empresa pretende continuar a reforçar a oferta para responder ao crescimento da procura.
O estudo do Turismo de Portugal conclui ainda que 66% dos visitantes brasileiros regressam ao destino, evidenciando um elevado nível de fidelização. Portugal surge também como o quarto destino mais procurado do sul da Europa, a par da Grécia, beneficiando de atributos como a segurança, o património, a autenticidade e a gastronomia.
Realizado junto de cerca de 6.680 viajantes, entre os 18 e os 64 anos, em dez mercados emissores, o inquérito revela ainda que 81% dos potenciais visitantes planeiam viajar de avião e 57% pretendem organizar a viagem de forma independente.





