A Comissão Europeia voltou a rever a Lista de Segurança Aérea da União Europeia, decisão que resultou na saída das companhias aéreas do Quirguistão do grupo de transportadoras impedidas de operar no espaço comunitário e na entrada da Air Express Algeria para esse mesmo conjunto.
Segundo Bruxelas, a retirada das empresas quirguizes reflete a evolução registada pelo país em matéria de supervisão e segurança da aviação civil, num processo de melhoria desenvolvido ao longo dos últimos 20 anos.
Por outro lado, a transportadora argelina Air Express Algeria passa a estar sujeita a uma proibição de operação na União Europeia, após avaliações conduzidas por especialistas europeus terem detetado falhas consideradas graves no cumprimento dos requisitos internacionais de segurança.
Com esta atualização, a lista comunitária passa a abranger 154 companhias aéreas. A maioria, 126 transportadoras, pertence a 16 países cujas autoridades nacionais de aviação civil apresentam insuficiências ao nível da fiscalização. Estão igualmente incluídas 22 companhias certificadas na Rússia e seis operadores específicos de outros mercados.
Entre estas últimas encontram-se a Air Zimbabwe, do Zimbabué, a venezuelana Avior Airlines, a iraniana Iran Aseman Airlines e as iraquianas Fly Baghdad e Iraqi Airways, além da recém-incluída Air Express Algeria.
Em vigor desde 2006, a Lista de Segurança Aérea da União Europeia é atualizada periodicamente e identifica as companhias aéreas que não cumprem os padrões internacionais de segurança, ficando sujeitas a proibições ou limitações de operação nos países do bloco comunitário. As transportadoras de São Tomé e Príncipe mantêm-se abrangidas por estas restrições.





