A cidade portuguesa de Guarda sediará a segunda edição do Congresso Mundial de Turismo Interior nos dias 18 e 19 de novembro, evento promovido pela Associação Ibérica de Turismo Interior (AITI).
Assim, Guarda assume o lugar de Cáceres, que foi o local da primeira reunião internacional realizada no ano passado. Castelo Branco é o destino convidado oficial do II Congresso Mundial do Turismo do Interior,
Já foi confirmado que o Conselho Provincial de Cáceres participará deste congresso em nome da província, com o objetivo de fortalecer a cooperação transfronteiriça e promover novas oportunidades de desenvolvimento socioeconômico entre os dois territórios vizinhos.
O evento tem ainda como objetivo consolidar-se como um fórum ibérico e internacional de referência para o debate estratégico sobre os desafios e oportunidades do turismo nos territórios do Interior.
A primeira edição do congresso, realizada em 2025, reuniu cerca de 400 participantes de 15 países, consolidando essa iniciativa como um espaço internacional para reflexão sobre turismo interior e desenvolvimento territorial.
Com vista para a próxima reunião de Guarda, a presença de representantes de países como Jordânia, Irlanda, Colômbia, Alemanha, Egito, Estados Unidos, Bolívia, Polônia, Argentina e Angola foi confirmada.
Rui Ventura ressaltou que Espanha e Portugal compartilham “o mesmo território do ponto de vista cultural, turístico e humano” e defendeu a autenticidade de regiões como a província de Cáceres ou a Beira Alta portuguesa como uma de suas principais atrações turísticas.
O presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, destacou o património e a riqueza natural da cidade portuguesa, localizada na Serra da Estrela, e lembrou que seu centro histórico aspira ser reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO.
Para o presidente da IAIA, Miguel Martins, o congresso servirá como ponto de encontro entre universidades, administrações públicas e empresas para abordar questões relacionadas ao turismo sustentável, inovação, cooperação transfronteiriça e estratégias de desenvolvimento econômico em áreas rurais e de baixa densidade populacional.






