Um “passageiro” bem assado e apetitoso a bordo

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Mais um caso (quase) inédito na aviação comercial

A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos deteve um homem que desembarcou no Aeroporto Internacional de Detroit com um porco inteiro cozido e assado na sua bagagem despachada. Para manter um mínimo de calor corporal ou, quiçá, para o seu “suor” não o denunciar, vinha embrulhado num pano e envolvido num saco de plástico.

O passageiro e “companheiro”, vindos de Togo, tinham a cidade americana de Detroit como destino, tendo feito escala num qualquer aeroporto, sem a necessária verificação de bagagem.

Quanto ao destino final deste “passageiro” não se sabe. Mas, de certeza, deve ter sido canabilizado, pelo companheiro e agentes da Alfândega…acompanhado por outros produtos clandestinos detidos.

Refira-se que produtos de porco são geralmente proibidos para entrada nos EUA e até mesmo noutros países devido ao risco de propagar a febre aftosa africana, um vírus contagioso e letal para suínos, embora inofensivo para humanos.

Todavia, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) permite a entrada de produtos de porco enlatados e alimentos estáveis comercialmente, mas proíbe outros tipos de produtos suínos.

Embora incomum nas alfandegas – até por cá -, não é raro que viajantes de África tragam iguarias locais, como peixes secos, que não são regulados pelo USDA, apesar do odor característico.