O grupo Lufthansa decidiu sacrificar uma de suas subsidiárias para lidar com perdas financeiras resultantes não só do aumento dos preços dos combustíveis devido à guerra no Oriente Médio, mas também pelas sucessivas greves.
Assim, o grupo aéreo decidiu encerrar a companhia aérea regional Lufthansa CityLine, cuja frota de 27 aeronaves parou de voar no passado dia 18 de abril. Uma das justificações para o encerramento foi que a empresa somava grandes perdas e que os seus 12 Canadair Regional Jet (CRJ) estão a chegar ao fim de sua vida útil, representando “custos operacionais relativamente altos”.
Todavia, esta não é a única medida para os ‘cortes’ do grupo, que também irá reduzir os seus programas de longa distância com a reforma de seis aeronaves – quatro Airbus A340-600 e dois Boeing 747-400 – até o final do verão, por se terem tornado “aeronaves particularmente ineficientes”.
No próximo programa de voo de inverno 2026/27, o terceiro passo será dado com a redução da capacidade da principal marca Lufthansa, com a reforma de cinco aeronaves.






