A TAP destacou que a falta de condições de segurança, impostas pelos seus padrões internos e pelo regulador, não permite voar para a Venezuela de momento, garantindo que quer continuar a servir a diáspora naquela região.
Recorde-se que a TAP voa há quase 50 anos para a Venezuela e quer continuar a servir a comunidade e a diáspora nacional naquela região. Agora, deixa momentaneamente de o fazer por falta de condições de segurança, impostas tanto pelos seus standards internos como pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).
O governo venezuelano cumpriu a ameaça e revogou as licenças de operação de várias companhias aéreas internacionais, entre as quais a TAP, acusando-as de se “unirem aos atos de terrorismo” promovidos pelos EUA. As outras companhias afetadas foram a Iberia, a TAP, a Avianca, a Latam Colombia, a Turkish Airlines e a Gol.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, reagiu à ameaça afirmando que o “Governo de Portugal não cede a ameaças, ultimatos ou pressões de qualquer natureza”, numa publicação divulgada nas redes sociais, acompanhada de uma imagem relacionada com a revogação da licença da TAP pela Venezuela e outra sobre a ameaça da Ryanair de deixar os Açores a partir de março.
O ministro vincou ainda que Portugal “é um país livre, soberano e responsável” e que o Governo agirá “sempre com serenidade, firmeza e sentido de Estado”.






