Depois de um ataque com um míssil, já reivindicado pelos rebeldes houthis do Iémen que não só causou seis feridos ligeiros como também interrompeu as operações do aeroporto Ben-Gourionb(Tel Aviv) durante cerca de uma hora, foram várias as companhias aéreas europeias, incluindo a alemã Lufthansa e a Air France, suspenderam hoje os voos para Telavive até terça-feira.
O jornal The Times of Israel noticiou que as principais transportadoras europeias cancelaram os voos para Telavive durante as próximas 48 horas.
Além da Lufthansa e da Air France, também a espanhola Air Europa, a Austrian, a Swiss Airlines e a húngara Wizz Air tomaram a mesma decisão, segundo o jornal.
A British Airways decidiu suspender os voos até quarta-feira, alegando a segurança de clientes e tripulações.
A Air India anunciou igualmente a suspensão dos voos para Telavive, mas até terça-feira.
O anúncio da Air India seguiu-se ao da Lufthansa, que também alegou a “situação atual” para suspender as operações com Telavive.
O grupo alemão integra, além da Lufthansa, as companhias Austrian, Brussels, Discover, Eurowings, Swiss e ITA Airways.
A Air Europa suspendeu hoje o voo regular de Madrid para Telavive, alegando “razões de segurança”, segundo a imprensa israelita.
O jornal The Times of Israel noticiou também que as ações da empresa israelita El Al e da companhia local de baixo custo Israir disparam à medida que as companhias aéreas estrangeiras anunciavam a suspensão dos voos.
Após o ataque, o porta-voz militar dos houthis, Yahya Saree, advertiu “todas as companhias aéreas internacionais contra a continuação dos voos para o aeroporto Ben-Gurion, uma vez que este se tornou perigoso para o tráfego aéreo”, explicando que os rebeldes “visaram o aeroporto Ben-Gurion com um míssil balístico hipersónico que atingiu com sucesso o alvo”.





