A KLM informou que tenciona cortar 250 postos de trabalho em escritórios como parte de um plano de redução de custos, que também inclui a revisão de vários investimentos.
Recorde-se que a transportadora aérea holandesa anunciou em outubro passado um plano de cortes para melhorar os resultados financeiros e operacionais. Uma medida que deverá aumentar os lucros em 450 milhões de euros.
A redução de 250 postos de trabalho “em funções não operacionais” e a possível eliminação ou venda de “atividades que não contribuem diretamente para as operações” fazem parte deste plano global de redução de custos.
Atualmente, cerca de 5.000 pessoas trabalham em funções de ‘back-office’ na KLM.
Segundo Marjan Rintel. CEO da companhia, o atual foco da KLM é “100% na construção de uma base sólida” para tornar a empresa “apta para o futuro”. “Queremos uma companhia aérea forte e competitiva que seja valorizada pelos seus clientes e que continue a ligar os Países Baixos ao resto do mundo”, afirmou.
A companhia aérea está também a implementar medidas em toda a empresa para “aumentar a produtividade em pelo menos 5% e melhorar a rentabilidade” e afirma que continuará a recrutar pessoal para funções operacionais ou escassas, como pilotos ou técnicos, a fim de “maximizar” a sua capacidade operacional.
“Os investimentos estão a ser reconsiderados e adiados, e está a ser explorada a possibilidade de vender ou cessar atividades que não contribuam diretamente para as operações de voo. Aliás, já tinha sido anunciado que iria adiar a construção de um novo edifício central, bem como um investimento noutros edifícios de engenharia e manutenção.
De lembrar ainda que a KLM e a Associação Holandesa de Pilotos (VNV) chegaram a um acordo preliminar sobre medidas temporárias para aumentar a disponibilidade de pilotos, permitindo à KLM executar o seu programa de voos para a próxima época”, informou a companhia aérea.





