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Açores com “notável aumento” do número de dormidas e hóspedes

15FEV24 – O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, expressou a sua satisfação pelo “notável aumento” do número de dormidas e hóspedes na Região, destacando-os como indicadores positivos do potencial turístico dos Açores e do reforço da sua posição como destino de quem procura experiências autênticas e uma natureza deslumbrante.

“O aumento significativo no número de dormidas e hóspedes é um sinal positivo do contínuo crescimento do turismo nos Açores, refletindo a nossa dedicação em oferecer experiências únicas e autênticas aos visitantes”, afirma José Manuel Bolieiro.

Segundo os dados revelados pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), em 2023, a Região registou um total de 3,8 milhões de dormidas e 1,2 milhões de hóspedes, representando um acréscimo de 15,1% e 14,8%, respetivamente, em relação ao ano anterior.

Este é o valor mais elevado desde que há registos relativos ao turismo nos Açores, ou seja, desde 2001.

Na hotelaria, as ilhas que apresentaram variação homóloga positiva nas dormidas em dezembro foram: Corvo (92,3%), Graciosa (68,8%), Terceira (14,5%), Flores (10,3%), Santa Maria (7,2%) e Faial (1,2%).

No alojamento local, as ilhas que registaram variação homóloga positiva nas dormidas em dezembro foram: Santa Maria (131,8%), Graciosa (120,0%) e Flores (58,1%).

Em relação ao turismo no espaço rural, em 2023, foram registadas 140,7 mil dormidas, um aumento de 36,0% em relação ao ano anterior, e 42,4 mil hóspedes, representando um acréscimo anual de 29,7%.

De referir que os mercados externos registaram 55,7 mil dormidas (46,2%), menos 0,5% do que no período homólogo.

Os Estados Unidos da América foram o principal mercado emissor, com 10,4 mil dormidas (18,7% das dormidas de residentes no estrangeiro) e um crescimento homólogo de 19,5%, seguindo-se Espanha, com 9,3 mil dormidas (16,8%) e a Alemanha com 8,6 mil dormidas (15,4%).

O Canadá foi o mercado que mais cresceu face a dezembro de 2022 (38%), seguindo-se a Noruega (33,6%).