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Proveitos da atividade turística cresceram para 3.200 ME até julho

A atividade turística rendeu proveitos de 3.200 milhões de euros entre janeiro e julho deste ano, mais 26,1% do que no mesmo período de 2022, e registou 42,8 milhões de dormidas, mais 14,8%, divulgou agora o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Das dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico, as dormidas de residentes aumentaram 5,2% e as de não residentes cresceram 19,4%. A estada média foi de 2,55 noites (menos 2,4%).

Apenas em julho, os proveitos da atividade turística foram de 754 milhões de euros, mais 10,6% do que em julho do ano passado, e as dormidas ascenderam a 8,8 milhões, mais 1,5% em termos homólogos.

Segundo o INE, “os proveitos da atividade turística seguem trajetória de desaceleração”, já que os aumentos são menores do que anteriormente.

Em julho, o Algarve foi a região com maior peso nos proveitos totais (273 milhões de euros), seguindo-se área metropolitana de Lisboa (192,8 milhões de euros), a região Norte (102,9 milhões de euros) e a Madeira (68,5 milhões de euros).

O rendimento médio por quarto disponível ficou em 92,4 euros em julho (mais 7,4% em termos homólogos). As regiões onde este rendimento foi mais elevado foram Algarve (129,4 euros) e Lisboa (114,9 euros).

Já o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 137,9 euros (mais 9,7%), referindo o INE que é um novo máximo histórico. Este bateu ainda recordes em Lisboa (152,3 euros), Açores (129,4 euros) e Madeira (111,6 euros).

Nas dormidas, o município de Lisboa concentrou 16,2% do total de dormidas em julho (7,4% do total de dormidas de residentes e 20,3% de não residentes), atingindo 1,4 milhões, seguida de Albufeira, com 12,5% do total (peso de 12,5%. 9,8% do total de dormidas de residentes e 13,8% de não residentes), tendo registado 1,1 milhões de dormidas.