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Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador do grupo Vila Galé, revelou que o grupo vai os termos dos concursos referentes ao hotel no Centro Cultural de Belém e ao Quartel da Graça. A manifestação de interesse deverá ser feita em Fevereiro, mas Gonçalo Rebelo de Almeida revelou, em conferência de imprensa que isso é algo que tem de ser bem estudado, devido aos custos de contextos associados. Convém relembrar que o espaço no CCB comtempla uma área de escritórios e serviços pelo que obrigaria o Vila Galé a entrar no concurso com um parceiro credível e com provas dadas na matéria.

Ao valor da renda há que contar com o custo da construção e com os constrangimentos associados ao alinhamento com o programa cultural e de eventos do próprio CCB. A tudo isto há ainda que contar com os timmings e disponibilidade do grupo dado que já tem no seu pipeline para este e o início do próximo ano a abertura de seis hotéis – quatro em Portugal e dois no Brasil, num investimento, para o mercado nacional, a rondar os 40 milhões de euros e de 230 milhões de reais para o mercado brasileiro. E depois há ainda uma outra razão não dita: a proximidade com o Vila Galé Ópera.

De qualquer forma Gonçalo Rebelo de Almeida referiu que será impossível o grupo tentar ganhar os dois concursos. “A ir é ir a um ou a outro”. Isto porque as datas são próximas e é inviável, para o grupo, concorrer a ambos os projectos. A ter de escolher a primazia, segundo o administrador do Vila Galé, recai no Quartel da Graça.

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