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O Governo de Cabo Verde vendeu 51% do capital da TACV à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida, em 70%, pela Loftleidir Icelandic EHF e em 30% por empresários islandeses.

O negócio teve um custo de 1,3 milhões de euros, sendo que ficou acordado que a Lofleidir Cabo Verde adicionaria seis milhões de euros (num total de 7,3 milhões de euros), utilizados na capitalização da companhia aérea nacional.

O contracto define, igualmente, que “o parceiro estratégico não poderá alienar as suas acções durante um período de cinco anos, tendo para tal de ter autorização do Governo”. Findo este período o o Governo tem sempre direito de preferência.

Em comunicado o Governo cabo-verdiano adianta que o valor patrimonial da TACV é de 9,2 milhões de euros, sendo que destes 5,48 milhões representavam activos imobiliários e os restantes 3,7 milhões de euros incidem sobre valor patrimonial, excluindo os imóveis. Adicionalmente o Governe refere que vai continuar o seu desinvestimento na companhia, sendo que, brevemente, será feita a “alienação de 10% do seu capital social aos trabalhadores e emigrantes, mantendo-se com 39% das acções da companhia que serão alienadas ainda em 2019 a investidores nacionais e internacionais”.