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Michael O’Leary, presidente executivo da Ryanair deixará o seu actual cargo nos próximos 12  meses e se tornar-se-á o coordenador-geral das quatro companhias subsidiárias: Ryanair DAC, Laudamotion, Ryanair Sun e Ryanair UK. Cada uma dessas quatro companhias aéreas será liderada por um director, enquanto que O’Leary liderará essa estrutura de grupo pelos próximos 5 anos.

Após esta alteração na estrutura da empresa irlandesa, Michael O’Leary deixará lentamente a Ryanair e concentrar-se-á no desenvolvimento do grupo, na compra de aeronaves, controle de custos e gestão de algumas aquisições.

Com esta estratégia, segundo uma informação enviada, o grupo vai tentar fazer crescer à Ryanair e as suas subsidiárias, bem como outras marcas possíveis.

A empresa já anunciou também a sua intenção de continuar a comprar no futuro para se tornar um conglomerado como IAG, já que a Ryanair admite comprar mais companhias aéreas se houver “pechinchas”.

Entretanto, a empresa já começou a procurar um novo CEO para a Ryanair e o actual presidente da empresa, David Bonderman, permanecerá no cargo por mais um ano até o verão de 2020, quando então será substituído por Stan McCarthy, ex-CEO da Kerry Food Group.

A Ryanair passou de um lucro de 106 milhões de euros entre outubro e dezembro de 2017 para um prejuízo de 20 milhões em igual período de 2018, o que a empresa justificou com uma combinação de menores preços de venda das suas viagens e maiores custos operacionais. Refira-se ainda que a low cost irlandesa anunciou que aumentou o tráfego em janeiro em 11% para atingir 10,3 milhões de passageiros.