COMPARTILHE

As companhias aéreas atingiram números recordes em 2018, mas nem todos os registos foram bons.

Se por um lado, cerca de 4,5 biliões de passageiros voaram em quase 45 milhões de voos em todo o mundo; por outro, registaram um aumento de 900% nas mortes de companhias aéreas.

Segundo dados da Segurança da Aviação, houve 16 acidente, muitas mortes – 555 – e o desaparecimento de um avião de passageiros em 2018.

Talvez o mais famoso desses incidentes tenha sido o acidente do voo 610 da empresa asiática Lion Air, perto de Jacarta, na Indonésia, que ainda está sob investigação. Todos os passageiros e tripulantes, um total de 189 pessoas, morreram.

Outros incidentes significativos de aeronaves incluem o voo 703 da Saratov Airlines, que caiu logo depois da descolagem do Aeroporto Internacional Domodedovo, na Rússia, em fevereiro, matando 71 passageiros e tripulantes.

Fevereiro também viu outro incidente quando o voo 3704 da Iran Aseman Airlines caiu na montanha de Zagros, todos os 66 passageiros e tripulantes morreram.

O voo 211 da US-Bangla Airlines foi outro trágico acidente no Aeroporto Internacional de Tribhuvan, que matou 52 das 71 pessoas a bordo.

Com um total de 555 mortes relacionadas a aeronaves em 2018, isso representa um aumento de 900% em mortes em comparação a 2017, quando apenas 59 pessoas morreram em incidentes relacionados com aeronaves, tornando-se o ano mais seguro para a aviação.

Um número tão alto de mortes não ocorria desde 2014, quando 692 pessoas morreram. Algo com que as companhias aéreas se devem preocupar.