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Parece um paradoxo, mas, apesar de ter registado um crescimento em termo de número de contractos celebrados, o certo é que o negócio do rent-a-car verificou uma diminuição do RPD (receita média diária por viatura).

A explicação deste fenómeno está no facto de o aumento da procura se ter verificado nos grupos mais baixos com tarifas inferiores por parte da clientela. Segundo dados do Gabinete de Estudos e Estatística da ARAC o sector deverá terminar o ano com uma facturação anual de cerca de 700 milhões de euros e cerca de 2,5 milhões de contractos celebrados, o que representa 25 milhões de dias de aluguer. De referir o investimento de cerca de 1.300 milhões de euros em viaturas novas, perfazendo uma frota (em altura de pico) cerca de 100 mil viaturas.

No que concerne a 2019 a ARAC assinala a incerteza relacionada com as consequências do Brexit, nomeadamente no Algarve, “onde o turismo britânico representa cerca de 50% da actividade das empresas de rent-a-car que aí operam”. A certeza é a de que haverá a introdução de novos sistemas de mobilidade, “nomeadamente sharing de vários veículos de mobilidade (automóveis híbridos e eléctricos, scooters, bicicletas, serviços de chauffer service e o reforço do número de veículos disponíveis para aluguer adaptados á condução por pessoas com mobilidade reduzida)”. Da parte do cliente, nomeadamente o atendimento ao, será implementado o uso de tecnologias digitais nomeadamente na celebração de contratos de aluguer e gestão operacional das empresas.

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