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A UNESCO distinguiu Macau como membro de pleno direito do grupo de Cidades Criativas, na área da Gastronomia, considerando que é um centro de excelência culinária e inovação na Ásia. Aliás, recorde-se que 2018 foi também considerado como “Ano da Gastronomia de Macau”.

Também não é por acaso que a culinária macaense, considerada como uma das primeiras genuínas cozinhas de fusão em todo o mundo, com uma riquíssima gastronomia chinesa, passando por todo um leque diversificado de culinárias internacionais, que fazem de Macau um dos destinos gastronómicos mais interessantes em toda a Ásia.

Convém destacar que gastronomia local é inspirada nas suas raízes coloniais portuguesas, bem como em locais ao longo da histórica rota comercial das especiarias, com toques de África, Índia e Malaca.

Refira-se, no entanto, que a sua cozinha chinesa ou os outros sabores internacionais são também reconhecidos em Macau, com vários estabelecimentos, desde as ‘tascas’ aos estrelados Michelin, o que reflecte a diversidade e distinção da cidade nas artes culinárias.

Este ano tem sido – e será ainda – um exercício cheio de comemorações do “Ano da Gastronomia de Macau”. E tanto assim é que este destino asiático está predisposto a celebrar a época natalícia, juntando os prazeres da boa cozinha com a tradicional alegria festiva.

Macau é o lar de muitas superestrelas da cozinha, seleccionadas pelos hotéis da cidade e para se distinguirem dos seus rivais.

O pequeno-grande tamanho de Macau significa que um restaurante premiado ou o estabelecimento de um chef famoso é ali, muitas vezes, ao virar da esquina onde nos encontramos.

Finalmente, destaque-se que a rica história colonial e cultural de Macau torna a cidade madura para a criatividade e a experimentação na cozinha.