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Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes a Janeiro registam um crescimento quer do número de hospedes quer no número de dormidas. No total o sector do alojamento turístico teve 1,3 milhões de hóspedes e 3 milhões de dormidas, valores que representam, respectivamente, um aumento de 7,2% e 4.7 por cento face a período homologo em 2017.

Curiosamente o maior aumento deveu-se ao mercado interno, com as dormidas dos residentes a crescer 8,2% e a de não residentes 3,1%.

Em termos de categorias de alojamento verificou-se que as dormidas nos estabelecimentos de alojamento local (13,5% do total) e de turismo no espaço rural e de habitação (1,7% do total) cresceram 4,4% e 8,9%, respectivamente. Mas o destaque vai para os hotéis de cinco estrelas, com uma variação homóloga de 25% e para os aldeamentos turísticos com 10,2%. Do lado oposto estão os hotéis de duas e três estrelas, com uma queda de 12,6% e as pousadas e quintas da Madeira, com um decréscimo de 4,4%. Aliás, foram as duas únicas categorias a registar valores negativos.

França, Países Baixos e Polónia foram os únicos mercados emissores com uma variação homóloga negativa. Em contraponto a China destacou-se, com um crescimento de 30,4%, seguida de perto dos Estados Unidos da América, com 23,9% e do Canadá, com 14,7%.

Alentejo e Norte lideraram a preferência dos turistas, com aumentos de 18,3% e 10,5% respectivamente. A taxa de ocupação manteve-se praticamente inalterada (aumentou 0,2 pontos percentuais), com as taxas mais elevadas a ocorrerem na Madeira e em Lisboa. No entanto, em termos de aumento o Alentejo foi o que teve a maior subida – 3,2 pontos percentuais.