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A companhia aérea britânica anunciou a intenção de lançar um motor eléctrico, em parceria com a Wright Electric, que alimentará uma aeronave de oito lugares, que entrará em actividade já no próximo ano.

O anúncio vem no seguimento do lançamento, já efectuado, no ano passado, de uma aeronave de dois lugares. Para o CEO da easyJet, Johan Lundgren, o futuro da aviação é verdadeiramente entusiasmante. E estas inovações permitem à empresa prosseguir na redução das emissões de carbono. “Dos aviões de dois lugares, que já estão a voar, para os nove lugares que voarão no ano que vem, o voo eléctrico está a tornar-se uma realidade e agora podemos prever um futuro que não seja exclusivamente dependente de combustível.”

A informação avançada pela companhia refere que o protótipo do sistema de propulsão para a aeronave de nove lugares é quatro vezes mais potente que o sistema instalado na aeronave de dois lugares.

Os dados iniciais indicam que a aeronave poderá percorrer cerca de 500 quilómetros o que, dentro das rotas efectuadas pela easyJet, significa que poderá ser usada na rota de Amesterdão / Londres. A concretizar-se pode “tornar-se o primeiro flyway elétrico”.

Mas, mais importante do que isso. “Como é actualmente a segunda rota mais movimentada da Europa, isso poderia, por sua vez, oferecer reduções significativas no ruído e nas emissões de carbono, com múltiplas descolagens e aterragens diárias. Achamos que a Holanda tem a oportunidade de liderar o caminho se o governo e os aeroportos incentivarem as companhias aéreas a operarem da maneira mais sustentável através de uma estrutura de cobrança diferente e mais vantajosa”, refere o CEO da easyJet.

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